segunda-feira, 20 de agosto de 2012

A ÉTICA DO PRAZER NA SOCIEDADE ATUAL



Vivemos numa era em que os valores reinantes são os conseguidos através de compra, venda e comércio no geral. Não nos importamos com o que sentimos, pensamos ou tampouco os valores creditados numa educação familiar e moral adquirida ao longo de décadas. Nossa atenção se volta para que tenhamos o mínimo de foco na família, em DEUS, sobretudo, e nos seus ensinamentos. Vivemos cada momento como se fosse o último, desta fugaz existência terrena.
Vivemos a regra do Ter em detrimento do ser, já dizia o Teólogo Francis Schaltter. O ter parece trazer um alento imediato para a chama ardente do vazio humano em cada peito. Queremos estar felizes através das coisas passageiras e não no longo e duro caminho que é seguir aos mandamentos do Senhor. Sabemos que a Glória duradoura existe, mas, não nos mantemos firmes em meio a tribulações cotidianas.Resistimos uma, até duas vezes mas em seguida deixamos aflorar o que de pior temos em nossas mentes e corações (consumo desenfreado, adultério, violência, desrespeito, cobiça e etc.).Nunca tivemos tanta diversão, entretenimento fácil e ainda sim estivemos tão deprimidos, tristes ou a beira do abismo. Nunca a sociedade moderna tomou tanto tranquilizante como se tem visto atualmente, e ainda continuou perdida na sua jornada.Não aceitamos a vida como DEUS a criou. Achamos que tudo, realmente tudo, é passível de contestação, réplicas, intermináveis diálogos e pontos de vista duvidosos. Nos alimentamos de incertezas e nos esvaziamos da verdade ensinada pelo nosso criador.Vivemos um hiperrealismo que confunde o homem e as famílias nos valores que realmente importam. Em Tiago 4:3 há uma profunda reflexão: “Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres”
Vivemos uma “Modernidade líquida”, uma vez que nada mais é realmente concreto, na era atual. A ética do prazer imediato leva os homens e mulheres a última consequência de uma vida fútil e desprovida de DEUS nos seus lares.
CONCLUSÃO: “O avanço cientifico, tecnológico e industrial roubou do homem o coração e a alma, esse roubo se dá em nosso distanciamento de nos mesmos e do outro, no tempo que nos devora, na incapacidade de aceitar à vida, a morte e a si mesmo, na competitividade voraz, na incapacidade de apreciar o outro, na busca incessante por auto-afirmação, na cobrança sobre nos mesmos e sobre o outro, na pressão psicológica, no possilibismo social, na exclusão social e na diferença das divisões de renda.
Nessa sociedade que acredita em um Deus de moldagem aos seus caprichos, no distanciamento de gerações provocado pelo distanciamento de conhecimentos e desvalorização da experiência de vida, das vivencias individuais de nossos avôs, eles que possuem mais alma e coração que nós, geração engolida por jogos virtuais, modas repentinas e cultura de consumo padronizado que rouba de nós a individualidade, na destruição e desestruturação da família, na educação terceirizada e influência externas que torna nossos filhos ( em processo de formação ) irreconhecíveis etc.Devemos refletir e nos questionar a luz da Bíblia, se realmente amamos a DEUS acima dos nossos pertences? E o que queremos para nós e nossa descendência.      
                                        Diac.Wagner Duarte da Silva – 11/08/12

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